5 experiências inusitadas do outro lado do mundo

25 Aug 2017

Se você é um viajante que adora novidades, o Japão é um ótimo destino! As diferenças culturais e tecnológicas são muitas. Neste post, vamos descrever algumas situações ou coisas que chamam a atenção no Japão, mas só cinco das inúmeras possíveis...

 

 

5. “Carnaval” em Tóquio

 

Quando estivemos em Tóquio era época de carnaval, então, para "comemorar", fomos a um restaurante, o Robot Restaurant em Shinjuku, onde eram oferecidos um jantar e uma apresentação de luta de "robôs". Havíamos visto esse lugar em um programa de viagens, e pareceu uma boa dica! Muitos famosos já estiveram por lá, inclusive a Katy Perry foi se inspirar para fazer seus clipes.

Reservamos com antecedência pelo site, mas na hora que chegamos estavam ainda vendendo ingressos.

A área de espera era um bar, com muitas luzes e espelhos.

O “jantar” não era nada demais, um bentô tradicional. Há a opção de comprar o pacote sem o jantar incluído.

E na sequência começa o “show”, com muitos tambores, luzes e efeitos...

...batalha entre robôs...

E muita dança...

A coreografia e encenação é toda a la “Power Rangers”, o que acaba muitas vezes sendo bastante engraçado.

Esse foi nosso carnaval japonês: diferente, animado e engraçado!

 

 

4. Máquinas de bebidas

 

Algo que parece ser bastante trivial, mas que no Japão é peculiar: as máquinas de bebidas. Elas estão espalhas por todas as cidades em todos os cantos.

Nelas existem dezenas de tipos de bebidas, desde água normal, água saborizada, até café e chás quentes.

Abaixo de cada bebida há um botão para “fazer o pedido” após colocar o dinheiro no lugar indicado. Se o botão for azul, a bebida é gelada, se o botão for vermelho, é uma bebida quente.

É divertido escolher alguma bebida, sem saber muito bem o que é, tentando interpretar as “figurinhas” na embalagem, e descobrir um sabor diferente (tem coisas com sabores bem estranhos para nós).

Os preços são justos, é o mesmo pago pelas bebidas em lojas de conveniência ou mercados espalhados pela cidade.

Então essa é uma boa opção para se manter hidratado durante o passeio, sem precisar ficar carregando garrafas o tempo todo e sem enfrentar fila para comprar. Bateu a sede, é só ir até a máquina mais perto.

Quando fomos era inverno, então usufruímos bastante das bebidas quentes.

 

 

3. Os cervos de Nara

 

Nara é uma cidade perto de Quioto, repleta de templos, entre eles, o Todai-ji, com uma estátua de bronze gigante de um Buda. No parque onde está o templo, há centenas de cervos sagrados, que, segundo a tradição, são mensageiros dos deuses.

Olhando assim, parecem todos tranquilos, um clima sereno...porém, a placa já dá o aviso do que pode acontecer na área.

Sim, é bom estar sempre atento, eles pegam tudo o que está na nossa mão achando que é comida, mas, sem preocupação, são dóceis e acostumados com turistas.

É uma tradição dar uns biscoitos que são vendidos nas barraquinhas ao longo do parque, e eles adoram, é só observar na foto a seguir eles já cercando a senhora que comprou alguns biscoitos, no canto superior esquerdo.

Dificilmente alguma foto sairá sem eles, pois estão por toda a parte.

 

2. Não se perder nas estações de trem

 

No Japão, o principal meio de transporte é o trem (e o metrô), então com certeza quem for para lá vai passar por muitas estações.

No interior, em cidades menores, as estações são bem simples, algumas plataformas para embarque e desembarque, sem muitas paredes ou corredores.

Acaba não sendo difícil se localizar, até porque não chegam a ser muito movimentadas. Os únicos desafios são descobrir o número da plataforma, o sentido que o trem vai passar e como passar de uma plataforma para outra...parece muito simples, porém tem um fator significativo envolvido: nestas estações, na maioria das vezes, não há sinalização em inglês, apenas em japonês. Acrescentando também que o pessoal que trabalha por ali não domina outro idioma, ficando completo o desafio.

Uma técnica utilizada em alguns casos foi comparar os símbolos do painel com os símbolos do ticket. E o que salva são os números! O horário e o número da linha são iguais em qualquer língua.

Bom, isso era nas cidades pequenas do interior, agora falando sobre as estações de cidades maiores como Tóquio, Nagoia, Osaka, existem outros fatores que contribuem para a “aventura”.

O primeiro é a quantidade de gente andando de um lado para o outro, não tem como não se impressionar. É um fluxo constante e ordenado, e tentar andar no sentido contrário ou transversal à essa movimentação é bastante difícil. Não é uma situação de empurra-empurra e confusão como imaginaríamos, é muita gente, mas, de certa forma, bastante organizado.

O segundo ponto a se tomar cuidado é a arquitetura dessas estações, muitas são como labirintos com muitas lojas e restaurantes, um prato cheio para desviar a atenção. Ou então são conectadas com outras estações por corredores subterrâneos, e, como aconteceu algumas vezes, fomos andando e quando percebemos, já estávamos em outra estação.

Apesar de tudo isso, se locomover no Japão é muito fácil, todo o sistema funciona muito bem. Grande parte dos deslocamentos já havíamos planejado antes da viagem, e chegando lá foi mais fácil do que o esperado, não tivemos o contratempo de perder o trem ou pegar o trem errado.

 

 

1. Ir ao banheiro (Privadas antigas x modernas)

 

Com certeza algo que vai chamar a atenção de todos que forem ao Japão é ir ao banheiro.

Na chegada ao hotel ou pontos de informações turísticas, onde é disponibilizado um guia da cidade, já é possível verificar as instruções pertinentes sobre este assunto.

Fonte: Handy Guide Tokyo Metropolitan Government

 

Sim, existem dois tipos distintos de privadas por lá, a tradicional japonesa que nada mais é que uma bacia sanitária no chão, sem assento, o famoso buraco. É muito comum encontrar este tipo de sanitário em locais públicos como praças, shoppings e trens. Na maioria das vezes é possível escapar de ter que usá-los, exceto em locais como templos no interior, onde normalmente só tem este tipo.

Em contrapartida, existem os modernos sanitários eletrônicos, com aquecimento do assento, funções de bidê com água aquecida, alguns com sistema de desodorização e até sons.

...outros com controle remoto...

O pessoal de lá até prefere usar o modelo tradicional, pelo menos foi isso que observamos, pois sempre havia filas nos banheiros com "o buraco", enquanto que as privadas mais modernas estavam livres.

Este é outro aspecto que contribui para a característica de convivência pacífica entre o moderno e o clássico, muito presente no Japão. Além de ser motivo para algumas gargalhadas!

 

Que tal passar por estas experiências e muitas outras do outro lado do mundo?! Planeje sua viajem ao Japão e conte com a gente! Podemos ajudar a montar seu roteiro e proporcionar a viagem ideal para sua disponibilidade de tempo e orçamento.

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