Conhecendo Varsóvia, a capital da Polônia

10 Mar 2018

A Polônia não é um destino muito popular entre os brasileiros, mas quem viaja até lá com certeza se surpreende positivamente.

Um país rico em cultura e história, que renasceu após a Segunda Guerra. Com belas cidades e um povo bastante hospitaleiro, tem toda a estrutura necessária para receber bem os turistas.

Pertence a União Europeia, porém não utiliza o Euro como moeda, e sim o Zloty, que tem valor próximo ao Real, o que faz com que a viagem por lá seja mais econômica do que em outros destinos europeus tradicionais.

Nesse post vamos falar um pouco sobre a nossa passagem por Varsóvia, a capital da Polônia.

 

Assim como nas demais capitais europeias, os bairros históricos mais antigos são o charme da cidade, além, é claro, dos contrastes arquitetônicos entre o velho e o novo.

 

 

O deslocamento pela cidade é fácil, é uma cidade segura, então caminhar pelas ruas é bem tranquilo e há um bom serviço de linhas de metrô, bondes e ônibus. Apesar da língua parecer uma barreira, a comunicação acaba acontecendo através do inglês e algumas mímicas!

 

Nossa estadia em Varsóvia foi de dois dias e meio, chegamos à cidade através de trem, proveniente de Berlim, em uma viagem de aproximadamente 5 horas.

Começamos nosso passeio pelo Palácio da Cultura e Ciência, prédio mais alto e um dos símbolos da cidade, fica no centro, em frente à Estação Central. Nele, é possível subir até o 30° andar (de elevador) e desfrutar de uma vista panorâmica da cidade.

É interessante observar a região central e, mais ao longe as áreas verdes e o rio Vístula, que corta a cidade.

O terraço é aberto diariamente das 10h da manhã até as 8h da noite e o preço do ticket individual é de 20 Zlotys, aproximadamente R$ 20,00. Mais informações: http://pkin.pl/eng.

 

Depois de curtir o visual da cidade, era hora de fazer uma pausa para um lanchinho, e nada melhor do que descobrir os sabores locais. Desta vez, a escolha foi o pierogi, uma espécie de pastel cozido ou levemente frito, recheado com carne de porco ou ricota. É muito comum encontrar pierogi em vários locais, ou nas "pierogarnias", este comemos num quiosque na praça em frente ao Palácio da Cultura. Bom e barato!

 

Fechamos o primeiro dia com um passeio noturno pela região central, e depois terminamos no Hard Rock Cafe, que fica junto a um shopping chamado Zlote Tarasy, bem grande e moderno.

 

No segundo dia, exploramos o centro histórico, local mais visitado pelos turistas em Varsóvia. É interessante reservar o dia todo para essa programação, pois tem muitos lugares a serem visitados. Muitos prédios coloridos, igrejas, praças, monumentos e um castelo.

 

Começamos pela “Rota Real”, que recebe este nome por possuir muitas residências que pertenciam a realeza. Hoje conta com prédios históricos como o da Universidade de Varsóvia, Parlamento, Museu Nacional, igrejas e estátuas homenageando algumas figuras históricas, como a do astrônomo Nicolau Copérnico.

 

Ao final da Rota Real, chega-se ao Castelo Real, já na região da Cidade Velha.

Este castelo foi construído no final dos anos 1500, quando a capital da Polônia mudou de Cracóvia para Varsóvia. Foi totalmente destruído na Segunda Guerra e reconstruído entre as décadas de 70 e 80.

O interior do castelo é repleto de quartos e salas restaurados conforme originalmente usado pela realeza, possui belíssimas decorações e obras de arte.

A visita dura em torno de 1:30 a 2:00h. É com certeza um local que deve ser visitado por quem passa por Varsóvia.

Os horários de funcionamento variam dependendo da época do ano, por isso é bom verificar no site as informações atualizadas (https://www.zamek-krolewski.pl/en/your-visit/welcome).

O preço do ticket é de 30 zlotys, aproximadamente R$ 30,00.

 

Saindo do Castelo, continuamos a caminhada pelo centro histórico, passando pela Catedral de São João, que infelizmente naquela data estava fechada para reformas.

Por fim, chegamos ao local preferido dos turistas: a praça principal da Cidade Velha.

Lugar bastante movimentado, repleto de restaurantes e cafés. Então nada melhor do que sentar, apreciar a bela paisagem e a movimentação, além de pedir um bom prato típico para repor as energias! Esta foi a vez do pato ao molho de frutas vermelhas com nhoque.

 

No dia seguinte, decidimos ir até o Parque Lazienki, o maior parque da cidade, que não é muito distante do centro, no sentido sul.

É uma grande área verde com muitos lagos e algumas construções que são utilizadas para apresentações musicais e eventos. Construído no século XVII para a realeza, tornou-se parque púbico apenas em 1918.

É um parque muito bonito e proporciona um passeio bastante agradável, além de belas fotos!

Com certeza você encontrará esquilos e pavões!

 

Um dos locais mais fotografados do parque é o monumento em homenagem a Chopin, o famoso pianista que nasceu no Ducado de Varsóvia em 1810, de onde saiu para a França aos 20 anos e não voltou mais. Chopin é o seu sobrenome em francês (Szopen em polonês). Morreu de tuberculose aos 39 anos em Paris.

 

Depois deste passeio, ainda restava meio dia para aproveitar, então decidimos curtir um pouco mais o Centro Histórico para nos despedirmos da cidade.

 

Varsóvia nos surpreendeu por ser uma cidade bem cuidada, com boa organização dos pontos turísticos, facilidades de deslocamento, os locais não são tão cheios de turistas como em outras cidades mais famosas da Europa, e ainda é possível aproveitar sem muita dor no bolso.

 

Depois, partimos para Cracóvia, mas isso é assunto para um próximo post!

 

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